Em primeiro lugar foi o pneu que furou. Valeu-me a ajuda destes dois mocitos que me desenrascaram. E depois foi o aeroporto, que exerce sobre mim um fascínio inexplicável. Normalmente é a mim que costumam ir buscar e não tem sido habitual eu ir buscar ninguém, até porque na minha família não se viaja assim tanto.
Quando estou nas chegadas a ver se o avião aterra e à espera que as minhas pessoas surjam na porta de saída, vou tendo flashes das viagens que já fiz e das peripécias que já vivi no aeroporto. Também é bastante frequente lembrar-me dos meses em que lá trabalhei e só penso que o tempo passa mesmo num sopro. Ainda agora estávamos em 2005 e já passaram 6 anos…
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